terça-feira, 13 de agosto de 2019

Câncer de mama em cadelas - Sintomas e Tratamento

Há vários tipos de tumores mamários em cadelas, a identificação deve ser feita através de biópsia e análise histopatológica, independentemente de o tumor ser maligno ou benigno. O risco de uma cadela vir a desenvolver tumores mamários malignos depende se o animal é esterilizado (castrado) e da altura em que foi o procedimento. 

O aparecimento da doença está relacionado com a produção de hormônios femininos, como o estrógeno e a progesterona. Além disso, em cadelas, o risco de desenvolvimento do tumor mamário está relacionado com o número de ciclos estrais. Já em gatas, esse risco aumenta em até sete vezes, em fêmeas inteiras, comparadas com fêmeas castradas, na puberdade.

A eliminação ou redução de hormônios como os estrogênios, progesterona ou similares contribuem para a redução do aparecimento deste tipo de tumor. Leia este artigo até o final e entenda melhor sobre o assunto!

O que é o câncer?


O câncer é o crescimento anômalo, contínuo e rápido de células no organismo. No câncer de mama em cadelas, como o próprio nome indica, esse desenvolvimento patológico se dará nas glândulas mamárias. Quase todas as células morrem e são substituídas ao longo da vida do indivíduo. SE ocorre uma mutação nos mecanismos que comandam essa divisão celular, se originarão células de crescimento muito rápido que formarão massas capazes de deslocar as células saudáveis.

Além disso, as células cancerígenas não cumprem as funções próprias das células. Caso o câncer cresça e invada a zona ou órgão de onde se origina, causará danos que, com o tempo, levarão à morte do cachorro. Em animais jovens, seu crescimento costuma ser mais rápido, ao contrário do que ocorre com os animais de maior idade, devido ao próprio ritmo de regeneração celular.

Existem genes que suprimem os genes do câncer mas também há outros que inibem sua função. Tudo isso pode ser provocado por fatores externos como dieta, estresse ou meio ambiente. Assim, o câncer é um fenômeno onde interatuam a genética e o meio. Além disso, agentes cancerígenos são conhecidos, isto é, influências que aumentam as probabilidades de se originar um câncer. Nos seres humanos já se provou que são cancerígenas elementos como a luz ultravioleta, os raios X, a radiação nuclear, alguns produtos químicos, o cigarro, vírus ou parasitas internos.

Os tumores que surgem do câncer são denominados neoplasias e podem ser benignos o malignos. Os primeiros costumam crescer lentamente, sem invadir ou destruir os tecidos que os rodeiam. Não consumam propagar-se a outras partes do corpo. Quando possível se extirpa com cirurgia. Ao contrário, os tumores malignos invadem os tecidos adjacentes e crescem de modo ilimitado. Estas células tumorais podem penetrar no sistema circulatório e passar do tumor primário a outras partes do corpo. Esse processo é chamado metástase.

Quais os sintomas de câncer de mama em cadelas


As cadelas possuem cerca de dez glândulas mamárias, distribuídas em duas cadeias simétricas de cada lado do corpo, do peito para a virilha. Os tumores em estas glândulas são, infelizmente, muito comuns e a maioria ocorre em cadelas com mais de seis anos de idade, com maior incidência aos dez anos. Estes tumores podem ser benignos o malignos.

Este tipo de câncer es, em grande parte hormônio-dependente, o que significa que sua aparição e desenvolvimento estão vinculados aos hormônios, principalmente estrógenos e progesterona, que intervêm no ciclo reprodutor da cadela e para os quais há receptores no tecido mamário.

O principal sintoma que, como cuidadores, notaremos no câncer de mama de nossa cadela é a presença de uma protuberância ou massa indolor em uma ou várias mamas, ou seja, para sua detecção bastará um exame físico. As mamas maiores, ou seja, as inguinais, são afetadas com maior frequência. Esta massa terá tamanho variável e um contorno mais ou menos definido, preso ao pelo ou livre. Ocasionalmente, a pele se ulcera e pode-se identificar uma ferida. Por vezes, você também pode observar uma secreção com sangue pelo mamilo.

Quais os sinais característicos?


Os tumores mamários em cadelas podem aparecer como massas duras ou inchaços múltiplos. Então, quando começam a se desenvolver, são facilmente detectados ao apalparmos gentilmente as glândulas mamárias. No início sentem-se como pequenos grãos de areia, logo debaixo da pele.

Podem crescer rapidamente num curto período de tempo, chegando a duplicar de tamanho em cerca de um mês. E mais, embora possam aparecer em qualquer das cinco glândulas mamárias, os tumores ocorrem mais frequentemente na 4ª e 5ª glândula, as duas últimas, de ambos os lados.

Os tumores malignos crescem rápido, tem uma forma irregular, e estão firmemente aderidos à pele ou ao músculo. Além disso, podem sangrar ou ulcerar/rebentar. Ao contrário dos benignos que são pequenos e crescem lentamente.

A biópsia ou a remoção total do tumor, e posterior envio para análise, são sempre necessários para saber se um tumor é maligno ou benigno. Os tumores mais agressivos podem espalhar-se para os gânglios e/ou para os pulmões.

Tumor de mama em cadelas - Diagnóstico


Ao detectar esse primeiro sinal, devemos buscar atendimento veterinário o quanto antes. O veterinário, por palpação, confirma o diagnóstico, diferenciando-o de outras causas possíveis como a mastite. Como veremos, o tratamento adotado, em qualquer caso, será a remoção cirúrgica.

O material removido deverá ser enviado para analise (biopsia) e será o laboratório histopatológico especializado o responsável por determinar os tipos de células presentes. Além disso, este estudo nos dirá se o tumor é benigno o maligno e, em este último caso, qual é o seu grau de virulência. Estes dados são básicos para o prognóstico, a esperança de vida ou a possibilidade de recidiva (porcentagem de repetição do câncer no mesmo local ou em outro diferente).

Tratamento para tumores mamários em cadelas


Remoção cirúrgica!

Sempre que encontrar uma massa na mama da sua cadela, a remoção cirúrgica é o tratamento recomendado. A não ser que ela tenha uma idade muito avançada, e sofra de uma patologia que aumente os riscos anestésicos.

Se a cirurgia for realizada precocemente, no início do desenvolvimento da doença, os tumores podem ser totalmente eliminado em 50% dos caso, mesmo sendo malignos. Na maioria das situações, é recomendável a extração de toda a cadeia mamária, para evitar recidivas.

Ao contrário do que acontece nos humanos, a mastectomia total implica apenas uma incisão na pele para extração das glândulas mamárias e dos gânglios. Assim, não afeta os músculos, e torna a recuperação bastante tranquila.

A eficácia do tratamento do câncer de mama em cadelas dependerá do diagnóstico precoce. A remoção cirúrgica, como dissemos, será o tratamento eleito, salvo nos casos em que exista uma doença terminal ou se constate a presença de metástase. Por isso, antes de entrar em uma sala de cirurgia, o veterinário realizará uma radiografia que permitirá distinguir a presença de massas em outras partes do corpo.

É comum aparecer metástase nos pulmões (o que pode levar a dificuldades respiratórias). Também pode ser feita uma ecografia e um exame de sangue. Na cirurgia, será removido o tumor e o tecido saudável adjacente. A extensão da remoção depende do tamanho e da localização do tumor. Desta forma, se pode retirar apenas a protuberância, a mama completa, toda a cadeia mamária ou, inclusive, as duas cadeias. Quanto maior o tumor e sua agressividade, mais desfavorável será o prognóstico.

Também, por se tratar de um câncer hormônio-dependente, se a cadela estiver inteira, poderá ser feita a ovariohisterectomia, isto é, a extração do útero e dos ovários. Como dissemos, se a sua cadela apresenta metástase, não se recomenda a intervenção cirúrgica, embora, em alguns casos, possa ser extraída se está provocando danos. Conforme o resultado da biópsia, além da remoção cirúrgica, pode ser necessário administrar também a quimioterapia (previne e controla a metástase).

Por outro lado, o período pós-operatório será como o de qualquer outra cirurgia, no qual devemos ter atenção para que nossa cadela não arranque os pontos, assim como no aspecto da ferida, para controlar possíveis infecções. Também deve-se evitar movimentos bruscos, brincadeiras violentas ou saltos que possam fazer com que a ferida se abra. Certamente é necessário mantê-la limpa e desinfetada, segundo orientação do veterinário, da mesma forma devemos ministrar os antibióticos e analgésicos receitados. Tenha em mente que a incisão pode chegar a ser de tamanho considerável.

Como prevenir câncer de mama em cadela


Como vimos, a causa do aparecimento do câncer de mama em cadelas é principalmente hormonal, o que nos permite adotar medidas preventivas como a esterilização precoce de nossa cadela. Com a remoção do útero e dos ovários, a cadela deixa de entrar no cio, e sem a ação dos hormônios necessários para esse processo, não é possível o desenvolvimento de nenhum tumor.

Deve-se ter em conta que essa proteção é praticamente completa em cadelas operadas antes de seu primeiro cio. Realizando a intervenção depois do primeiro cio, a proteção sé de cerca de 90 %. A partir do segundo cio e os seguintes, o percentual de proteção proporcionado pela esterilização vai diminuindo. É importante, portanto, esterilizar nossa cadela antes de seu primeiro cio. Se a adotamos em idade adulta, devemos operá-la o antes possível, de preferência quando não esteja no cio, já que a irrigação da zona durante essas semanas aumenta, o que eleva o risco de hemorragia durante a cirurgia.

Entre as medidas preventivas destacamos também, o diagnóstico precoce. Nunca é demais examinarmos as mamas de nossa cadela periodicamente e que procuremos atenção veterinária rápida diante de qualquer mudança ou presença de massas, enrijecimento, inflamação, secreção ou dor.

A partir dos seis anos, se indica fazer em casa um exame mensal em cadelas não esterilizadas ou esterilizadas tardiamente. Da mesma forma, devemos manter as revisões veterinárias de rotina. Os cachorros com mais de 7 anos deveriam submeter-se a um exame físico anual, já que, como vimos, um simples exame físico pode detectar a presença de câncer.

Por fim, é importante saber que a utilização de medicamentos para controlar o cio da cadela (progestogênio) favorece o aparecimento de câncer de mama. Além disso, cadelas que tenham sofrido de pseudo-gestações (gravidez psicológica) também são mais propensas a sofrer da doença. Todos os dados apresentados reforçam a necessidade da esterilização precoce para proporcionar à sua cadela uma melhor qualidade de vida.


 Se gostou compartilha ! Se tem alguma dúvida ou sugestão me envia !

sábado, 3 de agosto de 2019

Posso cortar as Orelhas, a Cauda e as Cordas Vocais do meu Cachorro ?

Talvez você não saiba, mas existem procedimentos cirúrgicos que antes eram feitos nos cães que agora estão proibidos. Não me refiro a cirurgias por motivos de saúde, mas sim as cirurgias estéticas que eram feitas em algumas raças.

Muitos donos costumavam solicitar esse tipo de procedimento apenas para tornar o animal mais “bonito” e em algumas situações para participar de competições de raças.

A resolução nº 877 determinada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) em 15 de fevereiro de 2008, proíbe o corte das orelhas, corte das cordas vocais e considera a caudectomia um procedimento cirúrgico não recomendado.

Essa lei surgiu para determinar que esses são procedimentos desnecessários apenas com o intuito de tornar o animal mais bonito e aproximá-lo de um padrão de beleza criado por alguém. A resolução nº 1027 de 18 de junho de 2013 proibiu a caudectomia.

A mutilação de cauda e orelha de cães é proibida no Brasil e gera muita polêmica entre os criadores profissionais e até quem tem um cão sem ser criador profissional. Acontece que está no padrão de muitas raças o corte de cauda e orelhas, mas você entende porque isso é crime no país? Saiba mais sobre a caudectomia e cordectomia.

pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), o importante é lembrar que a prática de corte de orelha e/ou cauda, para fins estéticos, agora é crime. Mas é válido lembrar que se o animal apresenta algum problema de saúde que a indicação cirúrgica seja conchectomia (corte de orelha) ou caudectomia (corte de cauda), não é crime. 

Antigamente as raças que, normalmente, sofriam pelo corte de orelhas eram o Doberman, Pit Bull, Dogue Alemão, Boxer, Schnauzer e American Bully. Já os cães que sofriam pelo corte de cauda eram Boxer, Pinscher, Doberman, Schnauzer,  Cocker Spaniel,  Poodle e Rottweiler. É possível notar que algumas das raças passavam pelos dois procedimentos. 

A cauda tem a função de manter o equilíbrio dos animais, é usada para comunicação entre as espécies e até mesmo com os tutores. A cauda é essencial para o equilíbrio dos animais e ajuda na comunicação entre eles e com os tutores. Logo a caudectemia apenas para fins estéticos pode prejudicar e mundo os animais. Já quando falamos de conchectomia, é valido lembrar que ao fazer o procedimento o tutor está expondo o animal a riscos de problemas auriculares.

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) alerta que os veterinários que fizerem a cirurgia correm o risco de ter o registro suspenso pelo conselho e não poder mais atuar na profissão. Desde 2013 existe uma lei federal que torna crime a prática da caudectomia e da conchectomia. Tanto veterinários quanto qualquer pessoa que cometer tal ato, está sujeita à pena de detenção de três meses a um ano, além de multa. 

 Além das medidas tomadas pelo CFMV, O artigo 39 da lei 9605/98 (Crimes Ambientais) proíbe maus-tratos aos animais, o que inclui a mutilação deles. Logo, quem for flagrado cometendo esses atos poderá responder processo e cumprir pena de 1 a 4 anos de detenção e pagamento de multa. 

Além da caudectomia e conchectomia, o texto também proíbe a retirada de cordas vocais e, nos gatos, a remoção das garras (onicotomia ou onicoplastia).

Para entender melhor a razão que levou a que essas intervenções cirúrgicas fossem consideradas estéticas e não ligadas ao bem estar do animal, conheça agora um pouco mais sobre esses procedimentos:

CONCHECTOMIA (CORTE DAS ORELHAS)

 

O corte das orelhas tem o objetivo de deixar o cão com as orelhas mais pontudas, aproximando-o de um ideal da raça.

Serve também para aumentar a capacidade auditiva do animal facilitando o movimento de ereção, abaixamento e rotação das orelhas.

Facilita a circulação de ar e diminui a umidade do local, prevenindo doenças como a otite.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária acredita que independente de corte ou não das orelhas o animal está sujeito em igual probabilidade a desenvolver doenças como a otite.

Além de que o tamanho natural de suas orelhas não interfere em sua capacidade auditiva.

Portanto esse procedimento foi considerado algo meramente estético, voltado a deixar o cão com orelhas mais pontudas e aproximá-lo a um padrão pré-determinado de sua raça.


 CORDECTOMIA (RETIRADA DAS CORDAS VOCAIS)


A cordectomia é um procedimento que envolve a retirada das cordas vocais do cão, com o objetivo de fazê-lo parar de latir.

Muito procurada por donos que desejam silenciar seus animais. Esse procedimento também pode vir a ocorrer devido a medidas clínicas como tratar doenças ou lesões.

A proibição do CFMV envolve apenas o procedimento cirúrgico realizado como medida comportamental.

Se o cão não possui um problema de saúde real em suas cordas vocais então não há razão para serem retiradas.

Se o problema está no fato de o animal latir demais, o ideal é que se busquem medidas alternativas e verdadeiramente eficientes como o treinamento e adestramento.

É preciso entender qual a razão que leva o cão a latir tanto para então resolver a situação.

Nesse caso de problemas comportamentais a retirada das cordas vocais é considerada mutiladora e, portanto, é proibida.

CAUDECTOMIA (CORTE DE CAUDA)


A caudectomia envolve a retirada total ou parcial da cauda do animal. Sua finalidade seria a de evitar acidentes no caso de cães de caça, e diminuir pontos de apoio que possam neutralizar a ação do animal no caso dos cães de proteção.

Costumava ser realizada em cães que possuíam porte da cauda acima da linha do dorso e mobilidade acentuada com o objetivo de diminuir a possibilidade de ferimentos.

A resolução nº 877 não proíbe a caudectomia, mas a torna um procedimento não recomendado.
No entanto, em 2013, a resolução nº 1027 proibiu esse procedimento cirúrgico no Brasil se for voltado para fins estéticos.

Segundo o CFMV esse tipo de cirurgia causa dor e pode vir a gerar infecções na coluna.
Agora que você já sabe mais sobre as cirurgias proibidas, consegue entender a razão pela qual elas foram consideradas desnecessárias e invasivas.

Vale lembrar que qualquer procedimento cirúrgico diretamente relacionado à saúde do cãozinho pode ser realizado sem nenhum problema com a lei, que engloba apenas as chamadas cirurgias estéticas.

Quais os argumentos de quem é a favor da caudectomia e cordectomia?


Muitas pessoas afirmam que para cães de certas raças é necessário o corte de orelhas e cauda para que o cão possa realizar suas tarefas da melhor forma. Existem pessoas que afirmam que seus cães não ouvem por terem orelhas caídas.

Também existem pessoas que afirmam que cortam as caudas de seus cães para que não brinquem e possam ser melhores cães de guarda, algumas pessoas afirmam ainda que cortam a cauda de seus cães para que não sujem a casa ao abanar o rabo sujo depois de um passeio.

Porque esses procedimentos são proibidos?


Desde 2008 uma norma federal proíbe esses procedimentos. Acontece que o Conselho Federal de Medicina Veterinária entende procedimentos cirúrgicos com finalidade apenas estética como maus-tratos aos animais, portanto veterinários que realizam esses procedimentos podem perder suas licenças.

Os tutores e criadores que realizam essa prática também podem ser enquadrados na lei de crimes ambientais que entende a mutilação estética como maus-tratos aos animais. Existem casos de animais que desenvolveram infecções sérias devido ao corte desnecessário de orelhas e caudas.

Qual a diferença entre cirurgias estéticas e castração?


Ao contrário das cirurgias estéticas a castração tem a finalidade de proteção da saúde do cão, já que diminui muito a possibilidade dos cães desenvolverem doenças como câncer, principal causa da mortalidade canina.

Cortar caudas e orelhas apenas por estética ou sem nenhuma necessidade comprovada de melhoria na saúde do animal não podem ser comparados a castração.

O corte da cauda e nas orelhas dos cães pode ser necessário?


Cauda e orelhas fazem parte do sistema de comunicação dos cães. A cauda, por exemplo, funciona como uma prolongação da coluna vertebral e o corte de orelhas também é muito requisitado por tutores que querem colocar seus cães em competições.

Não é necessário cortar as orelhas porque animais de orelhas inteiras também são aceitos nas competições, os dois procedimentos são proibidos, mas existem exceções. No caso de alguma doença, um caso isolado exigir que seja feito o corte de orelhas e cauda então é permitido realizar os procedimentos.

Procedimentos assim exigem que o cão seja sedado, e qualquer procedimento que envolva sedar um animal só deve ser realizado em casos para cuidar da saúde do cão.

Se você não quer que seu cão suje a casa ao abanar a cauda quando chegar de um passeio ou acha que seu pitbull vai proteger a casa melhor se tiver as orelhas curtas se saindo melhor em uma briga com um ladrão.

Então não tenha um cão, opte por um melhor sistema de segurança ao invés de colocar a vida de seu cão em risco, afinal um ladrão invadirá sua casa armado para enfrentar seu cão de guarda, se está preocupado com a sujeira opte por um animal menor.

Mas não submeta um cão a cirurgias de mutilação desnecessárias por puro capricho. A vida de um cão é uma responsabilidade grande, um cão não precisa ter as orelhas cortadas para ser protetor, ele irá proteger a casa em que se sentir seguro e vai proteger a família que cuidar dele. Sempre opte por manter seu cão saudável e equilibrado.

 Se você gostou compartilha ! Se tem alguma dúvida ou sugestão me envia !